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Beleza das plantas atrai visitantes ao Espaço da Flor Gaúcha na Expointer

Associação Rio-Grandense de Floricultura levou mais de 12 mil plantas à feira

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Na imagem, expositor em banca de flores da Expointer atende o público
Entre as inúmeras variedades do Espaço está a Rosa de Madeira - Foto: João Pedro Rodrigues/ Ascom Expointer

A beleza das plantas encantou visitantes ao longo da semana no Espaço da Flor Gaúcha, da Associação Rio-Grandense de Floricultura (Aflori), na 49ª Expointer. Localizado junto ao Pavilhão da Agricultura Familiar, o espaço contou com seis expositores oriundos de Campo Bom, Capela de Santana, Caxias do Sul, Dois Irmãos e Mato Leitão. 

 Tiveram destaque as variedades Rosa do Deserto, Kokedama, Orquídea e Rosa de Madeira. A presidente da Aflori, Luiza Alves de Assis, estava confiante no alcance da meta de mais de 12 mil plantas vendidas até o final da Expointer neste domingo.  “A partir de quarta-feira, tivemos maior movimento, acredito que até pelo tempo (clima), foi bem bom”, celebrou.

Na imagem, duas mãos de unhas feitas com flores combinando
Flores também inspiram a arte das unhas - Foto: Divulgação Rosangela Souza

Rosangela Lima de Souza esteve no local nos dois finais de semana da Expointer. Moradora de São Sebastião do Caí, ela já havia escolhido uma caixa de orquídeas na manhã do último dia de feira e seguia buscando modelos entre os estandes. “Amo plantas, é meu hobby, minha terapia. Tanto que criei uma página de 'planterapia'”, comenta sobre os posts em rede social. Além de enfeitar o lar, Rosangela gosta de combinar o colorido das flores com os modelos de unhas que cria como manicure. E registra tudo em fotos, realizada com os resultados.   

Banca de exposição de mel com caixas contendo abelhas sem ferrão
Caixas de abelhas sem ferrão atraíram crianças às bancas de mel - Foto: Brígida Sofia/ Ascom Expointer

Ao lado do Espaço da Flor Gaúcha, o público encontrou bancas de produção de mel e de criação de abelhas sem ferrão, que foi um grande atrativo, especialmente entre as crianças. A expositora de Nova Petrópolis Renata Cizar explica que, além de servir à polinização, a abelha sem ferrão pode ser criada também em sítios e mesmo em varandas ou pequenos jardins por famílias que assim desejarem. “Elas ficam na caixa com telhado, saem e voltam sozinhas por um buraquinho. Fazem a autolimpeza da caixa, são independentes e fazem companhia”, relata. 

 

Texto: Brígida Sofia/ Ascom Expointer 

Edição: Ascom Expointer 

 

 

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